sexta-feira, 25 de maio de 2012

Prof. Valther Maestro: “Não dá para ser educador sem sonhos”


Publicado em 25/04/2012
Dr. Valther Maestro: “Não dá para ser educador sem sonhos”
Cerca de 200 educadores participaram da formação
DURANTE FORMAÇÃO PARA 200 EDUCADORES, PÓS-DOUTORANDO VALTHER MAESTRO RESSALTA IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO PARA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
Aconteceu nesta terça-feira (24) a formação Instrumentos Avaliativos: Como Nortear os Processos de Ensino-Aprendizagem, conduzida pelo pós-doutorando Valther Maestro. Durante a formação para professores e pedagogos da educação infantil e do ensino fundamental da rede municipal, o autor de 18 livros ressaltou a importância da avaliação e da escola na vida dos estudantes. “Temos que preparar a escola para o Século XXI. Não dá para ser educador sem sonhos. Quem acredita em coisas diferentes, avalia diferente” – frisou. O encontro aconteceu na Univc durante todo o dia e reuniu cerca de 200 profissionais da educação. A qualificação foi resultado de parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e a FTD Editora.
Valther fez uma palestra bem interativa, com perguntas à plateia e deixou que os educadores manifestassem suas opiniões e compartilhassem experiências. Exibiu vídeos, relatou as dificuldades nos 26 anos dele como educador e citou a experiência da Escola da Ponte (em Portugal) como modelo de sucesso de avaliação diferenciada.
“A avaliação diagnóstica serve para replanejar as metas, ver o que é necessário enfatizar, o que deve ser intensificado. Assim, a possibilidade de dar errado é menor” – explicou. O palestrante abordou também o uso de novas tecnologias na sala de aula: “O problema é que a escola tem capataz, não forma para a nova lógica do mundo. Como não sabe ensinar o uso (de tecnologias), as proíbe. A nós não foi dada a chance nem de usar uma calculadora”.
Valther destacou também a importância do professor assumir o papel de intermediador do conhecimento. “O aluno não vai para a escola para aprender só o que está no livro ou nos nossos planos. O educador tem que assumir sua posição de adulto. Precisa entender por que a escola está do jeito que está. Como exigir que uma criança se dê bem com a outra se ela percebe a todo instante que os educadores não se dão bem entre si” – questionou.
O preletor enfatizou a participação da família: “Quem educa na primeira instância é a família, e não temos o direito de questionar a concepção de família. A escola é o único lugar que possibilita à criança reconstruir valores e conceitos. Quem edifica a personalidade de uma criança também somos nós. Não adianta ficar falando que a culpa é só da família. É óbvio que, se tenho a família ao meu lado, é mais fácil educar, mas vemos muitas escolas afastarem os pais”. Segundo ele, o trabalho em equipe é o melhor caminho para se atingirem as metas: “Não dá para fazer mudança sem equipe. Existe a possibilidade de fazer as coisas gradativamente, e assim o pai terá a sensação que o filho dele não está servindo de cobaia. A escola de vocês é palco de escolhas”.
O professor Valther Maestro é autor, palestrante, formado em Geografia, especialista em Questões Ambientais, mestre em Geografia Humana, doutor em Educação e pós-doutorando em Educação.

Fonte: http://www.educacaosaomateus.com.br/portal/?pg=noticia&id=211

Como está seu olhar para o mundo?


sábado, 24 de março de 2012

O que precisamos mudar nas escolas do século XXI.


As escolas do século XX foram organizadas para atender a necessidade da era industrial. Era necessário formar as pessoas para atender ao interessas da máquina, para serem controladas pelo relógio, para produzirem sem pensar, fazendo movimentos mecânicos e repetitivos...
Em uma palestra do TED Talks, Sir Ken Robinson deixa claro que infelizmente as escolas hoje “matam” a criatividade das crianças, pois ainda preparam as pessoas para uma era industrial, mesmo vivendo no mundo pós-industrial...
Assita aos vídeos e identifique e analise o que precisamos mudar nas escolas do século XXI.


Mario Quintana

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Eles pensam, eles sabem o que está ruim, eles vivem o mundo contemporâneo e falam

29/08/2011

Estamos no quarto encontro do projeto NA PRÁTICA, COMO EDUCAR NO CONTEXTO ATUAL: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA NOVAS LEITURAS com a DE de São Vicente e desta vez os protagonistas foram os estudantes, que com bons argumentos, trouxeram ideias de como mudar o que eles não gostam nas escolas.

domingo, 28 de agosto de 2011

Inep vai mudar divulgação do Enem por escola para evitar ranking


A presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Malvina Tuttman, disse nesta quinta-feira (18) que o resultado do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) por escola será divulgado de forma proporcional aos alunos participantes de cada unidade. Com isso, o órgão quer evitar o rankeamento das escolas. No entanto, Malvina não deu detalhes de como será a divulgação, prevista para setembro.
Segundo a presidente do Inep, o novo modelo foi acertado com o ministro Fernando Haddad. Ela também afirmou que que o corpo de fiscais de prova do Enem 2011 será formado pelo banco de aplicadores das universidades e institutos federais. Até o ano passado, a contratação dos profissionais ficava a cargo do consórcio aplicador.

Coisa

A palavra "coisa" é uma espécie de bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia, como por exemplo: "Coisas da lingua portuguesa".
A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar":"Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra